No dia 08 de novembro, sábado, será realizado na UNICAMP um sprint voltado ao OpenLattes/ScriptLattes.

Sumário

O objetivo do sprint é iniciar as atividades relacionadas com o OpenLattes/ScriptLattes (isso inclui debate sobre o projeto, planejamento, prototipagem, documentação, …) e colocar as pessoas da comunidade interessadas no assunto em contato.

As atividades serão realizadas no NIED, com início às 9:00, com a possibilidade de participação remota.

Propostas

Qualquer trabalho relacionado com o OpenLattes/ScriptLattes são bem vindos. Apenas pedimos que seja feita uma proposta inicial concreta pois, normalmente, começar sem um norte é uma forma de andar em círculos durante o sprint.

As propostas iniciais incluem: documentar o ScriptLattes, escrever exemplos que utilizam o ScriptLattes, portar o ScriptLattes para Python3 (com algumas melhorias de engenharia de software).

Se tiver alguma sugestão você pode utilizar o sistema de comentários desse blog para fazer sua sugestão.

Como participar

Estaremos utilizando o espaço do NIED na UNICAMP e os interessados apenas precisam comparecer no espaço dia 08 a partir das 9:00.Teremos suporte a vídeo conferência para possibilitar a participação remota de quem desejar.

Adoraríamos ver caravanas do pessoal da região “metropolitana” do Estado São Paulo.

Outras perguntas e respostas

  1. Quem pode participar?

    Qualquer um.

  2. Preciso ser um programador?

    Não. As pessoas melhor qualificadas para várias das atividades são aquelas sem conhecimento de programação.

  3. Devo levar meu próprio computador?

    Sim.

  4. Sobre almoço, lanche e happy hour?

    Existem boas opções próximas ao NIED.

  5. Saiba mais na página do projeto na Wikiversidade

Acontece no próximo dia 28 de outubro, às 20h30, mais um Encontro Virtual do Grupo de Trabalho em Ciência Aberta. O encontro é aberto e ocorre sempre na última terça-feira de cada mês. Instruções para participar será adicionada como comentário deste post no dia 28.

O tema dessa edição é a Open Access Week que está ocorrendo nessa semana e queremos ouvir o que vocês acharam do “evento”. A pauta completa do encontro está sendo organizada nesse pad.

Na semana do dia 18 de agosto ocorreu, no Rio de Janeiro, o encontro Ciência Aberta, Questões Abertas que foi uma ótima oportunidade de debater sobre o tema ciência aberta.

Por Anneclinio (Obra do próprio) [CC-BY-SA-4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)], undefined

Segunda e terça foram dias de workshops:

  • Software Carpentry: ministrado por Raniere Silva e Alex Viana que introduziram os participantes ao Git, um sistema de controle de versão distribuído.
  • Hackaton de hardware científico aberto:reunindo pesquisadores envolvidos com hardware aberto no brasil e exterior, que trouxeram kits de hardware aberto, tanto didáticos como instrumentais, para trabalhar juntos e discutir atividades e possíveis progressos para a área.
  • Content Mining: ministrado Peter Murray-Rust apresentou conceitos de web semântica e como utlizar a ferramenta sendo desenvolvida por seu grupo para extração de conteúdo e significado de artigos científicos em larga escala.
  • Métricas alternativas: Iara Vidal e Andrea Gonçalves debateram o uso de métricas alternativas e mostram como obtê-las e também como criar um perfil para agregar as novas métricas. Os slides utilizados estão disponíveis no Slideshare.
  • Wikiversidade, abrindo projetos e cadernos de pesquisa: Ale Abdo e Daniel Mietchen apresentaram a Wikiversidade, um espaço para colaboração científica livre, parceiro da Wikipédia. Utilizando desse espaço e e outras ferramentas de colaboração, os participantes produziram um documento coletivo e bilíngue a respeito do significado e possibilidades de compararar experimentalmente processos científicos realizados com e sem práticas abertas.
  • Wikimedia projects as plataforms for Open Science: Daniel Mietchen mostrou diversos exemplos de uso acadêmico dos projetos Wikimedia, como Wikipédia, Commons e Wikisource, assim como formas de acadêmicos contribuirem para esses projetos também se beneficiando dessa contribuição.
  • Pesquisa visual: explorando interseções entre pesquisa visual e ciência aberta, a professora Liliane Leroux e o cineasta Flávio Machado, do Nucleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas (NuVisu-UERJ), questionaram o status atual das imagens no campo científico, mostrando sua gradativa subestimação em favor da valorização da palavra como eixo do pensamento. Recuperou-se exemplos históricos, como imagens animadas em estudos sobre o trote de cavalos, o registro em imagens de outros povos pelos europeus, e recentes inovações com a publicação de artigos científicos em audiovisuais em periódicos como Jove. Os participantes realizaram uma atividade prática simulando uma pesquisa exploratória sobre o campus da UFRJ, concluída com um debate comparando as opções, estilos e intencionalidades narrativas e de uso da câmera em cada grupo.

Na quarta, quinta e sexta realizou-se o seminário:

  • Palestra de Abertura – The Republic of Open Science: Paul David apresentou um panorama histórico da ciência aberta.
  • Ciência aberta: questões em debate: Nessa sessão de abertura, Alessandro Delfanti, Leslie Chan e Sarita Albagli pincelaram os temas que seriam abordados nos próximos dois dias.
  • Ciência cidadã e educação aberta: Denisa Kera e Ellen Jorgensen falaram sobre o uso de espaços comunitários (e.g. hackerspaces) para produção e expansão da ciência enquanto David Cavallo abordou a produção e aplicação da ciência em comunidades remotas.
  • Ferramentas científicas e hardware abertos: Paulo Meirelles e Alex Viana falaram sobre o uso de software livre na academia e sua importância para a efetividade da ciência, destacando a necessidade de sua difusão entre alunos, enquanto Rafael Pezzi falou semelhantemente sobre hardware aberto, a necessidade de softwares livres para projetá-los (e.g. CAD livre) e conflitos com as diretrizes de patentamento e avaliação nas instituições.
  • Inovações em publicação científica aberta e alternativas de avaliação: Cameron Neylon, Leslie Chan e Daniel Mietchen falaram dos problemas e das mudanças nos processos de avaliação e publicação na ciência, discutindo e demonstrando o potencial abordagens alternativas.
  • Dados científicos abertos: Peter Murray-Rust atacou a cultura fechada na academia, expondo danos causados, e justificou o espírito da publicação dados na prática de Cadernos de Pesquisa Abertos (Open Notebook Science), enquanto Robson Souza falou sobre a história, estrutura e manutenção de bancos de dados científicos públicos, e Jorge Machado mostrou como dados abertos aproximam ensino e pesquisa na sua prática, e como a Lei de Acesso à Informação pode ser aplicada na abertura de dados relevantes para a ciência.
  • Wikipesquisas e cadernos científicos abertos: Cameron Neylon falou sobre o tema através de um histórico do pensamento e práticas de Jean-Claude Bradley. Matthew Todd apresentou sua iniciativa para descoberta de fármacos para tratar a malária, e Alexandre Abdo mostrou algumas experiências brasileiras utilizando wikis e outras plataformas para colaboração acadêmica aberta e em tempo real.

Ao término do seminário, Anne Clinio leu um texto pessoam em homenagem a Jean-Claude Bradley, encerrando-se com um vídeo do próprio apresentando suas ideias e práticas, virtualmente trazendo-as com brilhantismo como palestrante homenageado do seminário.

Durante o evento aconteceram discussões no Twitter usando a hashtag #OSRio, que foram sintetizadas pela Iara Vidal VPS num Storify junto a links para material adicional.

Por Anneclinio (Obra do próprio) [CC-BY-SA-4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)], undefined South Africa seo company reviews

Acontece entre os dias 18 e 22 de agosto o seminário internacional “Ciência Aberta, Questões Abertas” e o encontro do Grupo de Trabalho em Ciência Aberta. O seminário, com início no dia 20, reúne pesquisadores e pesquisadoras de diversas universidades, centros de pesquisa e hackerspaces nacionais e internacionais engajados na promoção de práticas abertas na ciência.

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Entre os temas que serão discutidos estão ciência cidadã e educação aberta, ferramentas científicas e hardware aberto, inovações em publicações científicas e alternativas de avaliação, dados científicos abertos, wikipesquisas e cadernos científicos abertos. A programação completa do evento, assim como informações sobre local, horários e incrição, podem ser encontradas no site www.cienciaaberta.net/encontro2014.

Os dias 18 e 19 estão reservados para uma série de oficinas que envolvem temas como content mining, métricas alternativas, projetos wikimedia, entre outros (confira a programação completa aqui). O encontro é promovido pela Open Knowledge Brasil, Liinc, Ibict, Unirio e pelo Grupo de Trabalho em Ciência Aberta.

Movimento pela ciência aberta

O movimento pela ciência aberta defende a adoção de práticas de pesquisa científica que priorizem a disponibilização de suas produções de forma aberta nas redes para os diversos públicos – de especialistas a leigos. Essa abertura pode envolver desde a publicação, com formatos e licenças abertos, de dados brutos e anotações de pesquisa, até a disponibilização de softwares, designs de instrumentos e a já mais difundida publicação de artigos científicos nas revistas de acesso aberto.

Alguns dos argumentos a favor dessas práticas são a garantia de reproducibilidade e facilitação do aperfeiçoamento, a possibilidade de
uma revisão por pares mais ampla e profunda e propiciar a colaboração online para além das fronteiras geográficas ou institucionais, até mesmo com engajamento protagonista da sociedade com a produção científica, como nas práticas de ciência cidadã.

Grupo de trabalho

Criado em 2013, o Grupo de Trabalho em Ciência Aberta é parte de uma rede global de ciência aberta apoiada pela Open Knowledge. No Brasil, ele é formado por pesquisadores e pesquisadoras em dezenas de universidades brasileiras que buscam promover e estudar práticas abertas na ciência. Atualmente, o grupo mantém um blog com textos de reflexão e notícias sobre o tema, além de uma lista de emails aberta onde as pessoas interessadas podem se inscrever para acompanhar as discussões e se envolver com as atividades do grupo.

Texto: Jamila Venturini no blog da Open Knowledge Brasil

De 18 a 22 de agosto de 2014, ocorrer​á​ , no Rio de Janeiro, o Seminário Internacional “Ciência Aberta, questões abertas”. A proposta do Seminário é discutir as perspectivas e barreiras à ciência aberta, debatendo abordagens e práticas inovadoras nesse campo.

Na pr​é​-Conferência, 18 e 19 de agosto de 2014, serão realizadas oficinas visando trocar experiências e discutir projetos e redes colaborativ​o​s em ciência aberta. ​A programação e a forma de inscrição ​n​as oficinas serão divulgadas em breve.

A segunda parte do evento (de 20 a 22 de agosto de 2014) será organizada em sessões temáticas, incluindo temas como:

  • Questões e tendências em debate no campo da ciência aberta: perspectivas críticas;
  • Ciência cidadã e educação aberta;
  • Ferramentas científicas abertas;
  • Inovações na publicação científica e alternativas de avaliação;
  • Dados científicos abertos;
  • Wikipesquisa e cadernos científicos abertos.

O Seminário é uma realização do Liinc – Laboratório Interdisciplinar sobre Informação e Conhecimento/IBICT-UFRJ; da Open Knowledge Brasil; do IBICT/Coep; da Unirio/Cead e do Grupo de Trabalho Ciência Aberta.

O programa do evento, formulário de inscrição e demais informações encontram-se em https://www.cienciaaberta.net/encontro2014/.

Até lá!

Ni!

Hoje eu apresentei a palestra com o título deste post no Fórum Internacional de Software Livre =)

A proposta foi relacionar os dois movimentos mostrando como o Software Livre faz parte do progresso histórico da ciência, mas também como este inspirou-se no rápido desenvolvimento daquele para ganhar impulso no final do século XX em direção à Ciência Aberta.

Apresentação: Ciência e Software Livre, ou Lá e de Volta Outra Vez

Vídeo:

Rio guanabara

Ni!

Encontra-se aberta a chamada de propostas para oficinas durante a parte anterior do encontro “Ciência Aberta, Questões Abertas”, nos dias 18, 19 e 20 de agosto de 2014 no Rio de Janeiro.

Buscamos atividades que habilitem aprendizes e pesquisadores a realizarem suas pesquisas de formas abertas, dentro de qualquer tendência, assim como que provoquem colaborações e construam recursos para avançar a ciência aberta no Brasil.

Tendências incluem a abertura das publicações, dados, ferramentas (software, hardware, wetware), da própria pesquisa (cadernos abertos, wikipesquisas), da educação, ciência cidadã (participativa, amadora, crowdsourcing), avaliação (altmetrics), dentre outras.

Propostas de oficinas podem ser enviadas por email para encontro2014@cienciaaberta.net, para a lista de discussão do grupo de trabalho, ou incluídas na página da Wikiversidade.

Na parte posterior, dias 20, 21 e 22, ocorrerá um seminário internacional, com praticantes exemplares e pensadores das diversas tendências ao redor do globo – e do Brasil – para melhor compreendermos esse fenômeno da Ciência Aberta, seus desafios, suas formas e dinâmicas, e juntos investigarmos os próximos passos a percorrer.

Quaisquer dúvidas sobre o encontro podem ser encaminhadas para o email: encontro2014@cienciaaberta.net

Um grande abraço, e ajudem na divulgação!

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Caríssimos,

Este grupo de trabalho em Ciência Aberta faz parte de uma rede global de grupos semelhantes, apoiada por sua vez por uma rede de organizações que promovem o conhecimento livre, a OKFn.

No dia 20 de janeiro, houve uma reunião entre participantes ao redor do globo para compartilhar ações e planejar uma agenda comum para 2014.

Abaixo, traduzo o email da Jenny Molloy na lista open-science global, coordenadora da rede global de Ciência Aberta. =D

Queridos todos,

Obrigado àqueles que participaram do encontro na tarde de ontem [1], nós discutimos no que o grupo de trabalho deve focar em 2014 e também sobre ter um time de coordenação para garantir que tudo corra suavemente – um agradecimento especial a todos que se voluntariaram para ajudar com isso e a todos aqueles coordenando projetos e grupos locais. Nós adoraríamos seu retorno e sugestões sobre as ideias abaixo ou novos projetos que você gostaria de propôr.

Open Science Working Group 2014 Projetos (seguidos de atividades/tarefas específicas e coordenadores iniciais)

  1. Mineiração-de-conteúdo “Content-mining” (Puneet Kishor, Peter Murray-Rust, Ross Mounce)
    • Estudos de caso/conscientização
    • Oficinas (inc. possivelmente uma na OKFest)
    • Interessado em juntar-se? Há uma nova lista de email [2]
    • Atentem para uma chamada à parte sobre este projeto
  2. Grupos locais (Graham Steele)
    • Expandir o número de embaixadores e grupos locais em Ciência Aberta
    • Kit para começar um grupo local (comofaz, lista de email, wiki, website, visibilidade pelo grupo global).
    • Mapa e diretório no site do grupo de trabalho para ajudar pessoas a localizar atividades locais em ciência aberta
  3. Censo da Ciência Aberta (Grupos locais)
    • Mapear o cenário local em ciência aberta – iniciativas, leis relevantes e políticas, financiamentos, atitudes etc.
    • Um exemplo Brasileiro https://pt.wikiversity.org/wiki/Pesquisa:Ci%C3%AAncia_aberta_no_Brasil
    • Liderado por indivíduos ou grupos locais – entre em contato se estiver interessado em escrever e encontrar colaboradores para trabalhar num relatório para seu país!
  4. Ciência Aberta para o Desenvolvimento (Jenny Molloy)
    • Este ano (2013) estivemos envolvidos em formatar um projeto sobre ciência aberta no sul global e continuaremos envolvidos em formar comunidades e colaboração com os parceiros que ganhamos disso.
  5. Criar Manuais de Ciência Aberta (Alguém interessado em coordenar isso?)
  6. Treinamento em Ciência Aberta (Alguém interessado em coordenar isso?)
    • A Panton Fellow Sophie Kay desenvolveu uma iniciativa fantástica de treinamento http://www.opensciencetraining.com/
    • Nós gostaríamos de começar um diálogo e compilar novos materiais abertos para ensinar aspectos de ciência aberta ou usar ciência aberta no ensino

Coordenação do Grupo de Trabalho Global
Lista de email: Ross Mounce
Editores do Blog: Kathleen Luschek, Rayna St and Scott Edmunds
Website e Mídias Sociais: Brian Glanz and Graham Steele
Grupos Locais: Graham Steele
Encontros do GT e Conselho Consultivo: Stefan Kasberger, Keren Limor, Suchith Anand, Sridhar Gutam
Coordenação Geral: Jenny Molloy

Se mais alguém gostaria de envolver-se, vocês ainda são bem vindos a assinar na lista de voluntários [3] – quanto mais, mais alegres.

Muito obrigado e atentem para comunicados do novo time muito em breve, nós também estamos esperando ver uma reformulação de alguns aspectos do website para tornar muito mais fácil adicionar-se como membro de um grupo de trabalho e encontrar outros interessados em ciência aberta na sua área ou especialidade!

Jenny

Dia 11 de março, em sequência a um workshop da OECD sobre Ciência Aberta, a Polônia receberá a conferência “Opening science to meet future challenges”.

Dentre os temas estão formas abertas de acesso a artigos, dados científicos, cadernos de pesquisa, licenças, mandatos e revisão por pares.

Trabalhos serão aceitos até 31 de Janeiro. Mais informações neste post e neste documento.

Abs!

Nota: Este post foi inspirado por esse post de Nina Paley e as imagens foram originalmente publicadas no mesmo post. Para quem não conhece, Nina Paley é uma artista plástica contra o direito autoral e suas obras são licenciadas sob CC-BY ou domínio público.

Propaganda: se você está procurando um presente de natal para alguém, considere esse livro da Nina Paley. É um dos poucos livros não técnicos sob CC-SA que conheço.

Quando falamos de conhecimento livre estamos nos referindo aquele que, dentre outras coisas, podemos repassar aos nossos amigos e cuja única condição aceitável seja citar o autor original. A transmissão do conhecimento livre é maravilhosamente ilustrada na animação abaixo.

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Infelizmente ainda vivemos em um mundo onde a maior parte do conhecimento não é livre, seja por questões financeiras ou pela lei de direitos autorais cuja desobediência pode levar a multas e até prisões. Independente do motivo pelo qual o conhecimento não circula, indivíduos ficam tristes (ver image abaixo).

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Se você também está infeliz com a realidade atual, retire um dos itens da sua lista de resoluções de ano novo participando do próximo encontro mensal da OKF-BR (maiores informações aqui).