Comunidade biohacker brasileira é tema de matéria da BBC Brasil

Biohacking - Palestra com Andres Ochoa

 

A repórter Letícia Mori escreveu uma extensa matéria sobre a comunidade biohacker brasileira, para o site da BBC Brasil.

Na matéria, entitulada: De teste de DNA caseiro a organismos geneticamente modificados: os projetos dos biohackers brasileiros, a repórter entrevista várias pessoas que compõem a comunidade, trata de alguns projetos em desenvolvimento e traz uma discussão sobre as diferenças do movimento biohacker em solo brasileiro, em relação aos Estados Unidos e a Europa.

Leia a matéria na íntegra.

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Publicando sua tese, dissertação ou monografia com uma licença livre

Ni!

Oi pessoal, estou disponibilizando novamente modelos em português, com formatos ODF e Latex, para o licenciamento livre de teses, dissertações, monografias, relatórios e documentos em geral. Esses modelos incluem uma página de apresentação e metadados para as duas licenças Creative Commons livres!

Para usá-los, basta acessar os arquivos do repositório no gitlab e seguir as instruções para o formato desejado.

Em comparação aos antigos modelos, esses foram atualizados e estão usando as licenças CC 4.0 Internacional!

O objetivo desses modelos é prover uma solução esteticamente agradável, juridicamente adequada, tecnicamente completa e de uso simples para publicar sua tese com uma licença livre.

Abraços,
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Lançamento do vídeo Ciência Aberta Ubatuba

O vídeo é resultado do projeto Ciência Aberta Ubatuba, uma pesquisa-ação, coordenada pelo IBICT, como parte da OCSDNet Open and Collaborative Science in Development , com o apoio financeiro do IDRC/Canada e da UKAid.

As imagens foram gravadas ao longo da realização do projeto e complementadas com entrevistas para a produção do vídeo. Estão sendo também lançados mais 17 entrevistas gravadas durante a sua produção.

A documentação do projeto está disponível pelo site-blog do projeto, pela sua wiki e também em um canal no Youtube

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OpenCon 2017 em Berlin, inscrições abertas!

Ni!

As inscrições estão abertas para a OpenCon 2017 que este ano acontec em Berlim, Alemanha, nas datas de 11 a 13 de novembro!

Bolsas de participação cobrindo os custos de viagem estão disponíveis. O formulário de inscrição e mais informações encontram-se em:

https://apply.opencon2017.org/apply-2017/

Inscrições abertas até o 1o de agosto!

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A revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia acaba de publicar novo número

A revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia acaba de publicar seu número
1, volume 10 de 2017, disponível em
http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre. Convidamos todos
a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de
seu interesse.
A revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia tem Qualis B2 em
Letras/Linguística e recebe artigos em fluxo contínuo
(http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/about/submissions#authorGuidelines)

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho,
Os editores da Texto Livre
revista@textolivre.org

Texto Livre: Linguagem e Tecnologia
v. 10, n. 1 (2017): Texto Livre: Linguagem e Tecnologia
Sumário
http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/issue/view/560

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UEADSL2017.1: uma demonstração de vontade

O UEADSL está chegando aos seus últimos momentos. Fora apenas 41 trabalhos apresentados, de modo que a quantidade de comentários e participantes ultrapassou e muito as expectativas. Até agora, faltando menos de 4h para a meia noite, registramos 1065 visitantes e 1406 comentários. O melhor é que o nível do debate e das colocações dos participantes nos comentários publicados no blog foi muito alto, com novas informações, questionamentos e até redirecionamentos acontecendo a toda hora.

Posso falar porque, como era um evento “pequeno”, li cada um desses comentários, que tanto me entusiasmaram que algumas vezes não resisti e acabei entrando na discussão. Um exemplo foi este comentário, publicado na pagina de um dos convidados, o Alexandre Oliva, da Free Software Foundation:

“A sociedade sempre e em qualquer lugar tem esses movimentos de versão (a oficial), contraversão (a que não se adequa nem propõe outra, mas faz “por fora”) e inversão (a que propõe outra ordem, que critica e desmistifica a versão e busca algo melhor pra pôr no lugar).
Nenhuma é boa ou má por princípio, até porque isso sempre vai depender do olho que as vẽ.
Neste UEADSL vimos, em comentários de praticamente todos os trabalhos, denúncias de contraversão, sobre a falta de abertura para o novo, de estagnação, de submissão. Não é um fato isolado e nem novo: essa percepção aparece desde que se discuta a educação como opção para mudança. Ao mesmo tempo, os trabalhos publicados no evento foram exemplos de inversão, com propostas claras, inovadoras e críticas. O texto com que o Oliva nos brindou fala de um caminho válido, real, mas que pouquíssimos conhecem e menos de nós ainda conseguem seguir integralmente: optar por ser livre, optar pela colaboratividade mais cooperação mais compartilhamento mais meritocracia, optar pela cidadania de fato e de direito. Nesse caminho conheci muita, mas muita gente mesmo, milhares de pessoas dedicadas a essa luta, à capacitação de outras pessoas para poderem optar por esse caminho. O Texto Livre nasceu no meio dessas pessoas e é uma dentre muitas opções de integração ao meio. Ninguém precisa trilhar sozinho a transição para a liberdade. Como o Oliva, confirmo: venha, queremos ajudar!” (link para o comentário: http://ueadsl.textolivre.pro.br/blog/?p=8552&cpage=1#comment-12446)

O público deixou impressões entusiasmadas tanto no fórum de cafezinho quanto em comentários às apresentações de abertura e encerramento.

O entusiasmo não é sem motivo. Imagine um evento presencial em que a sala mais vazia tinha um público de 42 pessoas! Pode imaginar? No outro extremo, uma das comunicações alcançou, até agora, um público de 397 pessoas.

Vantagens de ser online, nenhum evento presencial estaria preparado para tamanho público numa comunicação. E vantagens de ser aberto, pois o público veio atrás dos assuntos e dos debates, sem impedimentos quanto a financiamento para a viagem ou até para inscrição no evento. E, sendo aberto e online, esses número só vão crescer, já bem longe do nosso controle, pois todas as apresentações e debates realizados durante o evento continuarão acessíveis pelo público, sem restrições.

Acredito ainda que tamanho entusiasmo deve-se também, ao momento político em que vivemos, no qual poucas chances de sermos ouvidos, de sermos reconhecidos, de sermos considerados temos. Encontrar um ambiente assim, acessível e acolhedor, sem preconceitos nem tratamentos diferenciados para inguém, pode ter sido sentido por muitos como um oásis. Assim, venho a público dizer o que tenho sentido nesse ano de 2017: o que precisamos é de mais oportunidades de exercer nossa liberdade.

E liberdade não se ganha: liberdade se conquista.

Até segunda, ainda deixaremos o espaço aberto ao debate, para aqueles que não puderam participar durante a semana. Os certificados de participação, portanto, saem segunda.

Agradeço a todos pelo evento incrível que estamos presenciando.

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Entrevista: UEADSL contribuindo com a capacidade de lidar com práticas de leitura e escrita socialmente relevantes

Em fevereiro deste ano, o Portal de notícias da UFMG publicou uma entrevista com o Professor Carlos Henrique Silva de Castro sobre sua participação no UEADSL2016.2 com uma turma de alunos da Educação do Campo, da UFVJM. Com a anuência do professor, aproveito o ensejo do UEADSL2017.1 para publicar, dessa vez na íntegra, a entrevista concedida por Carlos Castro. Não sem antes acrescentar uma contextualização, de autoria da professora Thalita Santos Felício de Almeida. Ambos são membros ativos do Grupo Texto Livre.

 

Contextualização

O UEADSL – Congresso Nacional Universidade, Educação a Distância e Software Livre – Edição 2017/1 começou no dia 19 e vai até sexta, 23 de junho. O evento, que acontece inteiramente online em um blog, consiste em artigos publicados por alunos da graduação e da pós-graduação da UFMG. Os autores estão interagindo, durante essa semana, com colegas de turma, alunos e professores da UFMG, de outras instituições e a comunidade em geral. Quem desejar participar como ouvinte, aqueles que leem os trabalhos e comentam no blog, basta realizar o cadastro, que é gratuito, até o último dia do evento. A participação, mínimo três comentários em posts diferentes, garante um certificado.

O congresso, sincronizado com a perspectiva da ciência aberta e da cultura livre, é promovido pelo Grupo Texto Livre, sediado na FALE/UFMG, e conta com o apoio do CAED/UFMG. É fruto de um trabalho de escrita e reescrita orientada que ocorre no decorrer do semestre. Professores que, ao participar, integram a comissão científica do evento trazem seus alunos e orientam o processo de escrita do artigo, o qual é dividido em fases.  O primeiro passo é a elaboração do resumo e o último é o artigo pronto para o UEADSL, com publicação da versão finalíssima nos Anais do evento. O evento e suas etapas constituem, portanto, uma ferramenta didática que pode ser utilizada por professores interessados em adotar essa metodologia como uma forma de avaliar seus alunos e, mais importante do que isso, contribuir para o processo de letramento acadêmico da turma.

No semestre passado, Carlos Castro, professor da UFVJM e participante do UEADSL como professor desde 2011, desenvolveu com seus alunos do curso de Licenciatura em Educação do Campo as etapas de produção do artigo. O evento e esse contato inicial com a pesquisa constituíram uma oportunidade para a turma de realizar um trabalho de pesquisa e, no fim, interagir em um evento acadêmico. Embora sejam atividades comuns na academia, nem todos os alunos têm a chance de ingressar nesse caminho da pesquisa ou de participar de eventos presenciais, mais comuns na universidade. O UEADSL, portanto, é uma pequena amostra de como a pesquisa pode ser incentivada na própria sala de aula e de como a produção textual, o artigo final da disciplina, pode ser feito em um contexto real, ou seja, com autores conscientes de que o objetivo do trabalho é aprender um pouco mais sobre pesquisa, escrita e participar de um diálogo que garante a difusão do conhecimento produzido para além da sala de aula.

Leia, abaixo, a íntegra da entrevista realizada com o professor Carlos Castro sobre o .trabalho desenvolvido com a turma de alunos da UFVJM e a participação na edição 2016/2 do evento.

Entrevista

Jornalista: Desirée Antônio

  1. Desde quando você participa do UEADSL? Essa é a primeira vez que você traz uma turma para o evento? 

Participo desde 2011 que foi o ano que entrei para o grupo Texto Livre. Naquela época, eu coordenava mesas de estudantes que faziam uma disciplina de leitura e produção de texto na FALE/UFMG. O evento nasceu a partir dessa disciplina com a intenção de possibilitar um diálogo entre academia, já que os autores são acadêmicos, com a comunidade em geral. Trata-se de uma ideia presente em autores da educação e da linguística preocupados em produção textual em contextos reais, com leitores reais, e feedbacks também reais. O UEADSL atende a essa demanda ao colocar o estudante, produtor de textos diversos, em uma cadeia dialógica da vida real e a idealizadora do evento, a professora Ana Cristina Fricke Matte, soube colocar tais teorias em prática.

 

  1. Você leciona qual (quais) disciplina (s) para essa turma e por qual curso? 

Minha turma que participa do UEADSL 2016.2 faz Licenciatura em Educação do Campo na UFVJM, habilitação Linguagens e Códigos. Dou algumas disciplinas no curso, mas os artigos em debate no evento são fruto de uma pesquisa de cunho etnográfico promovida pela disciplina Gêneros Textuais e Discursivos.

 

  1. Como surgiu a ideia de levar toda a sua turma para o evento?

Com linguista aplicado que sou, acredito no propósito funcional da escrita para resultados mais efetivos em termos de letramentos. Então, colocar os estudantes em diálogos reais é um desafio que sempre me proponho. Como eu já conhecia o UEADSL e seu potencial para a interação, essa decisão não foi difícil.

 

  1. Quantos alunos tem a turma e qual o perfil deles? 

A turma tem 23 estudantes oriundos, sobretudo, de pequenas comunidades rurais dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri onde, às vezes, a Internet não chega. A oportunidade de participar, mesmo diante das dificuldades, foi dada a todos e o resultado foi a produção em co-autoria de 10 artigos dos quais selecionei os 7 apresentados no evento. Alguns dos estudantes já participam da realidade das escolas de suas comunidades como funcionários ou voluntários em projetos diversos como o PIBID, projetos de comunicação comunitária e produção de conteúdos para as comunidades, além dos estágios, uma vez que já estão no sétimo semestre de curso.

 

  1. Como a atividade foi proposta?

Como já comentado, o artigo é o passo final de um pequeno projeto que buscou fazer um levantamento das práticas de leitura e escrita das comunidades com foco nas práticas dos próprios estudantes-autores para, enfim, relatá-las. Para tanto, primeiramente, os estudantes fizeram autobiografias de letramentos que foram devidamente orientadas e revisadas, primeiro pelos colegas e depois por mim, e transformadas em um livro artesanal. A partir dessa coletânea de relatos, os estudantes foram encorajados, em uma perspectiva etnográfica, a encontrarem pontos relevantes, como pequenos pontos obscuros ou problemáticos, em seus processos de aprendizagem ou de outros sujeitos de suas comunidades e investigarem tais pontos. O resultado desse trabalho são os artigos apresentados no evento.

 

  1. Como eles puderam se organizar? Eles puderam optar por escrever artigos individualmente ou em grupo? 

A organização foi proposta em sala e puderam escolher se analisariam suas próprias experiências ou de outros sujeitos do campo, sempre a partir de experiências vivenciadas e acessíveis para pesquisa. De acordo com as decisões sobre o que analisariam, alguns com objetos comuns ou parecidos prefiram se unir em até três autores, que era uma limitação do próprio evento, mas que eu acredito que ainda se produtivo trabalho em co-autoria. A partir daí, produziram algumas versões dos textos sempre tendo em vista o propósito funcional da atividade e o processo editorial que todo texto escrito a ser publicado em um evento como este está sujeito. A versão final não é uma versão perfeita em termos normativos e até mesmo metodológicos, mas podem ter certeza que evoluíram muito no processo.

 

  1. Qual foi a reação dos alunos com ideia da atividade?

Uma atividade com propósito funcional com esta sempre provoca duas reações facilmente perceptíveis e com essa turma não foi diferente. Uns se empolgam e querem fazer rapidamente e outros ficam com medo das críticas. Também houve uns poucos desmotivados, mas são aqueles que apostam no esforço mínimo para seguir no curso e dessa vez só tive dois estudantes que nem tentaram.

 

  1. Como foi a dinâmica do seu acompanhamento ao trabalho deles? Houve orientações específicas além daqueles dadas pelos corretores do UEADSL? 

Os corretores do UEADSL somos nós, os professores. Não existe essa desconexão, sugerida pela pergunta, entre o professor e o evento. O evento só pode funcionar se o professor topar o trabalho de avaliação continuada e orientação. O mérito do evento não é substituir o professor nesse trabalho, mas oferecer um espaço de interação real, com autores e leitores que realmente trocam e (re)constroem significados por meio do debate público. Pela audiência e produção textual – não só de artigos, mas também de comentários, não podemos negar o sucesso do evento naquilo que ele se propõe.

 

  1. Qual a sua avaliação do desempenho deles?

Até o momento, com o evento ainda em andamento, posso adiantar que os estudantes estão bastante engajados e relatam aprendizagens diversas como a apresentação nesse tipo de evento, o debate acadêmico no espaço público, a evolução no desenvolvimento de pesquisas – e isso inclui questões metodológicas e formais-, dentre outros. Talvez o engajamento de todos não seja facilmente percebido por meio das postagens tendo em vista que no primeiro dia das apresentações dos meus estudantes nem todas as perguntas feitas estejam respondias. Contudo, devo salientar que, na grande maioria, tratam-se de cidadãos do campo que têm que se mover até a cidade mais próxima para acessarem a internet e participarem do evento.

 

  1. Que tipo de contribuição esse tipo de evento pode dar à formação deles?

O evento contribui para letramentos diversos. Quando falo em letramentos, me refiro à capacidade de lidar com práticas de leitura e escrita socialmente relevantes. Dentre essas práticas, a participação em um evento acadêmico, oportunidade dada a poucos graduandos, já contribui com a formação dos estudantes. O debate de ideias com produção argumentava a partir de uma tese/tema também é uma outra habilidade importante para o profissional de nível superior que estamos formando. Não menos importante, a escrita acadêmica e o uso de ferramentas digitais para esta produção também são de extrema importância no mundo mediado por tais ferramentas. Numa análise parcial e antecipada dos resultados, me parece justo elencar tais práticas, mas não limito a elas tendo em vista que não fiz nenhuma avaliação aprofundada dos resultados ainda, já que o evento ainda está em andamento.

13 de fevereiro de 2017

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Texto Livre: junho em festa

Como a festa junina do Texto Livre é online, se você quiser pipoca ou quentão, vai ter que preparar; é a única desvantagem, pois o que temos é um festival de eventos online:

O EVIDOSOL/CILTEC-online (Encontro Virtual de Documentação em Software Livre e Congresso Internacional de Linguagem e Tecnologia Online), que aconteceu de 5 a 7 de junho, lança hoje os Anais de 2017, com 90 artigos versando sobre uma variedade de temas, no campo multi e interdisciplinad da linguagem, educação e tecnologia com ênfase nas tecnologias livres e abertas.

O STIS (Seminários Teóricos Interdisciplinares do SEMIOTEC) traz essa semana uma conferência dupla com a Profª Drª Anelise Fonseca Dutra, da UFOP, e o Prof. Ms. Ricardo Madureira Rodrigues, do IFECT-Barbacena, versando sobre os temas educação intercultural, trabalho colaborativo, PLE e ensino de gramática em língua inglesa. O acesso às conferências, que vão acontecer nesta quarta, dia 21, às 19:30, na sala de conferências do STIS, é livre e só é necessária inscrição para os interessados em obter o certificado de participação.

Finalmente, o UEADSL (Congresso Nacional Universidade EAD e Software Livre), que está a pleno vapor. Na semana que antecedeu seu início, já teve mais de 400 visitantes com 1913 visualizações de páginas. Leia também a notícia de lançamento do evento, aqui no blog do grupo de Ciência Aberta.

Mais tarde volto com novas notícias!

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Liberdade, liberdade abre o UEADSL2017.1

A edição do primeiro semestre de 2017.1 doCongresso Nacional Universidade EAD e Software Livre inicia suas atividades nessa segunda, dia 19, com duas conferências convidadas muito especiais, tratando de forma bem diferente a questão da liberdade.

O professor da UFMG e pró-Reitor de Assuntos Estudantis dessa universidade, Tarcísio Mauro Vago,  fala sobre a tríade Universidade, EAD e Software Livre abordando-os pela semelhança que possuem entre si quando tratados como direitos do cidadão. É um vídeo, gravado no final de 2016 para o evento, e traz uma abordagem muito perspicaz e propícia a um bom debate.

O segundo autor convidado é Alexandre Oliva, representante do Brasil na FreeSoftware Foundation Latin America, que nos traz um texto inédito e provocativo, como costuma ser seu estilo, leve e muito informativo. O texto joga com a ideia do dentro e fora da matrix, fazendo referência ao filme homônimo, e foi pensado como tendo sido enunciado pelo personagem Morpheus.

Nesta semana que precede o evento (semana que ainda tem algumas horas para terminar), já recebemos 409 visitantes que visualizaram um total de 1798 páginas, prometendo um ótimo público e, o que é melhor, um debate muito profícuo nos posts dos 41 trabalhos, os quais podem ser conferidos na programação.

O UEADSL é um evento assíncrono (toda a interação acontece por meio de comentários no blog), nacional, semestral, de caráter didático inovador, promovido pelo Grupo Texto Livre, sediado no Laboratório SEMIOTEC da Faculdade de Letras da UFMG.

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Dossiê Ciência Cidadã e Laboratórios Cidadãos – Revista LIINC – IBICT

É com alegria que anuncio que está no ar o Dossie Ciência Cidadã e Laboratórios Cidadãos, na revista LIINC do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

O dossie resulta de um intenso trabalho coletivo de meses. Realizei a coordenação editorial junto com Mariano Fressoli (Conicet – Cenit – Buenos Aires) e Antonio Lafuente (CSIC – Madrid). Contamos com o apoio da Sarita Albagli (IBICT) e Maria Lucia Novo Maciel (UFRJ) responsáveis pela LIINC, e com o trabalho cuidadoso da equipe de editoração, revisão e tradução (Christine Alvarez, Benjamin Albagli e Helena Faia). A participação de inúmeros pareceristas (no mínimo dois por artigo) também foi essencial para a qualidade do trabalho (estão todos listados nos agradecimentos do dossie).

Publicamos uma bela e grande seleção de 19 trabalhos, com textos provenientes do Brasil, América Latina e do Norte, Europa e África, em português, espanhol e inglês. Neste percurso de edição e com os pareceres que foram chegando, acabamos organizando os textos aprovados e revistos em dois grandes blocos: artigos (enfase mais teórica) e relatos empíricos de experiências.

Espero que o dossiê contribua para disseminar este debate aqui no Brasil e também para inspirar outros arranjos possíveis para produção de conhecimento científico, acadêmico e extra-acadêmico.

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