UEADSL2018.1 – O Congresso Nacional Universidade EAD e Software Livre começa nesta Segunda, dia 25/6

O UEADSL (http://ueadsl.textolivre.pro.br) é o primeiro REA dinâmico do qual temos notícia, um evento criado a ensinar e aprender diferentes processos da vida acadêmica, num conjunto de ações que capacitam a todos os participantes, dos membros das comissões até o público, de forma colaborativa. Alia professores-pareceristas  e estudantes-autores, universitários de graduação e pós-graduação, de diversos estados brasileiros: UFMG, UFVJM, FURG, IFES, UNEB, UNIFAL, UNEB e UNINTA são as universidades participantes neste semestre, com cursos de Humanas, Biológicas e Exatas e temas variados.
A participação no UEADSL é aberta, sem custos e, como o evento é assíncrono, só precisa que você acesse o site, leia os artigos ou assista às conferências convidadas, comentando-os no horário que melhor lhe aprouver. Basta realizar seu cadastro no site para ter permissão para realizar comentários em, pelo menos, 3 apresentações diferentes e, assim, receber seu certificado de participação.
O UEADSL é promovido semestralmente pelo Grupo de Pesquisa, Ensino e extensão Texto Livre: Semiótica e Tecnologia, com o apoio da FALE e do CAED da UFMG.
Participe!
Respeitosamente,
Comissão Organizadora do UEADSL2018.1
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OpenCon 2018 em Toronto – inscrições abertas!

OpenCon2018
Ni!

A OpenCon é uma das principais conferências internacionais sobre ciência aberta, voltada para jovens pesquisadores, estudantes e profissionais interessados em acesso aberto, educação aberta, dados científicos abertos. Todo ano ela busca levar uma grande diversidade de participantes para o evento internacional, além de estimular a organização de eventos locais.

Este ano a conferência ocorre do dia 2 ao 4 de novembro em Toronto, no Canadá. Como nos anos anteriores, a organização oferece bolsas para custear despesas de transporte e estadia dos participantes.

As inscrições estão abertas até dia 13 de julho no endereço:

https://apply.opencon2018.org/referral/em06121

Abraço,
l
e
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Dados online e Privacidade na WWW

Até janeiro de 2012, o Google tinha um conjunto de aplicativos online disponíveis para uso gratuito, sendo necessário ter uma conta em cada um (normalmente criada voluntariamente por nós para cada produto usando nossa conta do gmail). Assim, se eu não quisesse participar do Google Mais, não participava, e assim por diante. Já naquela época eu, usuária do gmail desde poucos meses depois que ele foi criado, me incomodava com as propagandas que, na página do gmail, mostravam claramente que o gmail “lia” minhas correspondências, pois dependendo do assunto que me movimentava na semana, as propagandas mudavam. Essa “leitura”, que continua existindo, de forma cada vez mais invasiva, mais eficiente (dependendo do ponto de vista) e mais sofisticada, corresponde a uma mineração semântica inteligente de todos os dados que forem disponibilizados na rede pelo usuário, inclusive imagens, sons etc.

Lembro que o Fred Guimarães, criador do SLEducacional, já no primeiro Dia da Cultura Livre, promovido pelo Texto Livre em 2010, nos alertava para os rumos que a política do Google tomava em relação à privacidade e a maioria de nós ouvia mais com curiosidade do que com preocupação as palavras daquele que parecia ser radical demais. Mas não era.

Depois desse dia fui ler de novo, com mais atenção, os termos de uso do gmail, e concluí que mesmo os documentos anexos, ao passarem pelo gmail, passavam a ser propriedade da empresa. Imagine só: todos os documentos trocados pelos professores, alunos e funcionários da UFMG, mesmo que a pessoa não usasse gmail, mas um destinatário sim, “legalmente” seriam propriedade da empresa. Melhor dizendo: ilegalmente, já que os documentos da UFMG são da UFMG por direito. Mas, como todos nós concordamos com os termos de uso quando usamos um software qualquer, concordávamos com essa ilegalidade e, caso houvesse um problema conosco por um documento que era da universidade e passou a ser do gmail (eu imagino mil situações em que isso poderia virar problema de tribunal), o Google, com certeza, estaria protegido, mas nós ficaríamos entre a frigideira e o fogo, ou seja quem fica vulnerável é o usuário.

Em fevereiro de 2012, o Google avisou a todos os usuários que integraria todas as contas numa só e que, se não concordássemos em ser usuário de qualquer um de seus produtos, tínhamos 30 dias para encerrar a conta, ou o uso dela caracterizaria aceite das novas normas. Eu? Não queria usar o Google Drive, muito menos o Google Mais, e qual quer outro produto além do e-mail e da agenda. Passei o mês maluca, entre preparar disciplinas do semestre, organizar o Texto Livre e tentar achar uma solução para sair do gmail. Porquê? Porque eu trabalho com e-mail (e com a agenda integrada do google), 70% daquilo que preciso acontece lá e simplesmente fechar a conta em que eu centralizava tudo seria um desastre, podia contar que o ano estaria todo comprometido, sem exageros. Perdi todas as horas que pude em busca de uma solução e não achei. Resolvia o e-mail, que era o mais fácil, mas perdia toda a agenda. As melhores soluções livres que encontrei seriam para ter a agenda e o e-mail no computador, mas isso acarretaria um trabalho extra enorme para atualizar tudo, sem contar com a questão de espaço físico no disco, haja espaço!

Muito a contragosto, continuei no Gmail e continuo até hoje. Cada vez que digito uma mensagem, estou fornecendo dados sobre mim mesma para essa empresa. Consciente da opressão que sofro, sou ainda incapaz de resolver o problema. Ainda estou procurando tempo para encontrar uma solução.

Um produto do Google eu passei a usar por conveniência, o Youtube. Mas deixei de usar o Google para buscas online. Porque? Simplesmente porque o Google me conhece tanto que qualquer busca que eu faça na internet vai, em última análise, trazer mais de mim mesma, ou seja, ele decide o que quero a partir dos temas que costumo frequentar eme impede de conhecer coisas novas, realmente novas. Hoje eu uso o DuckDuckGo.com, “the search engine that doesn’t track you”:

Bem, esta semana recebi uma mensagem do Goole, com conteúdo semelhante a outra recebida hoje, do ORCID: estão mudando as regras porque uma lei européia (General Data Protection Regulation) exige agora maior clareza dos termos de uso (já não era sem tempo!). Talvez, com isso, mais pessoas leiam as licenças antes de fechar os contratos.

A pergunta que não quer calar: toda vez que instalamos um aplicativo no celular, concordamos que ele acesse pelo menos parte importante de nossos dados. Cadê os termos de uso discriminados e completos? Onde estamos nos metendo? O que será feito disso? Como isso poderá nos afetar?

A meu ver, estamos assinando papéis em branco e dando de presente a essas empresas que, como o Google, nem na minha mais alucinada ilusão ingênua eu poderia pensar que vão fazer algo que possa me defender contra elas. Até onde sei, somos indivíduos com direito à privacidade estabelecida por lei. Se os dados da ciência devem ser abertos, os dados pessoais não, exceto com nossa aprovação explícita e ratificada a cada situação em que isso puder acontecer. Muito menos, devem deixar de ser nossos simplesmente porque usamos um software ou aplicativo: deveria ser um direito inalienável. Então, se nosso direito está sendo roubado, no mínimo precisamos ter consciência disso e, sem dúvidas, este deveria ser um tópico indispensável de qualquer trabalho de letramento ou inclusão digital.

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Conferência SciELO 20 Anos

Ni!

A Conferência SciELO 20 Anos abordará e debaterá – em três dias de programação – as principais questões políticas, metodológicas e tecnológicas assim como as tendências que definem o estado da arte da comunicação científica. Essas questões moldarão o futuro universal da publicação científica aberta e as relações com os periódicos em Acesso
Aberto de hoje, em especial os da Rede SciELO. Um dos tópicos de interesse será o alinhamento dos periódicos e a operação do SciELO com as práticas da ciência aberta, como a publicação dos dados das pesquisas, o aceleramento dos processos editoriais e de comunicação por meio da publicação contínua dos artigos e adoção de *preprints*, maximização da transparência nos processos de avaliação e fluxos de comunicação, e a busca por sistemas mais abrangentes para a avaliação de artigos e periódicos.

Informações:
26 a 28 de setembro de 2018.
Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel, Alameda Santos, 1437, Cerqueira César, São Paulo-SP
Contato: scielo20@scielo.org
http://www.scielo20.org

Open Science Training Handbook


Ni!

Acaba de ser publicada a versão 1.0 do Open Science Training Handbook, um manual escrito por quatorze membros super ativos em comunidades de ciência aberta.

https://open-science-training-handbook.gitbooks.io/book/content/

Além de ser potencialmente útil e de haver um grupo apoiando seu uso em treinamentos, trata-se de um trabalho colaborativo aberto à contribuições. Todos esses pontos estão explicados com instruções na introdução do livro.

Um abraço,

ale
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Seminário “Ciência Aberta, Ciência Cidadã, Ciência Comum”

Ni!

No próximo dia 12, quinta-feira, acontecerá o seminário Ciência Aberta, Ciência Cidadã, Ciência Comum, com apresentações dos pós-doutorandos o LIINC: Bia Martins, Anne Clinio e Henrique Parra, em debate com Miguel Said da UFABC.

Coordenadas: Dia 12 de abril de 2018 das 14:00 às 17:00 no Auditório Manuel Maurício de Albuquerque, Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ, campus da Praia Vermelha, Rio de Janeiro.

Imperdível!

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Lançando uma revolução no acesso às ferramentas científicas

Comunidade global envolvendo mais de 30 países clama pelo acesso livre ao hardware científico.

Mais de 100 cientistas, engenheiros, educadores, empreendedores e agentes comunitários de 30 países publicaram um relatório que descreve os passos necessários para facilitar o acesso ao hardware utilizado para fins científicos até 2025 com base em design aberto, desenvolvimento colaborativo e novas técnicas de fabricação.

Global Open Science Hardware Roadmap

O grupo, que se reuniu no CERN, em Genebra, e na Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago em 2017, argumenta que muito poucas pessoas tem acesso às ferramentas necessárias para a prática científica, particularmente os pesquisadores em países em desenvolvimento e grupos comunitários que necessitam coletar e analisar dados sobre o seu ambiente. De microscópios à microfluidos e estações de monitoramento de água, eles fazem parte de um movimento crescente de compartilhamento online de projetos abertos os quais qualquer pessoa pode livremente utilizar, modificar e até mesmo comercializar. O grupo responsável por este documento sugere que este enfoque pode reduzir drasticamente os custos de pesquisa ao permitir maior colaboração e formas de aprender de novas maneiras. “Nosso projeto,” afirma um dos autores Dr Luis Felipe R. Murillo do Instituto Ciência, Inovação e Sociedade da França, “é sustentado pelo objetivo compartilhado de criar conhecimento comum através da participação pública direta em ciência e tecnologia. Não se trata de uma crítica apartada, mas de uma forma de engajamento prático”.

Os autores e as autoras do Global Science Hardware Roadmap descrevem os passos que acreditam serem necessários para ajudar a esta comunidade avançar, incluindo maior apoio institucional das universidades e centros de pesquisa, fontes de financiamento e governos que preferem os inventores apliquem patentes sobre suas invenções de hardware. A Dr. Max Liborion, colaboradora do documento, relata em um artigo acadêmico recente as suas tentativas de assegurar que o seu dispositivo de baixo custo para amostragem de contaminação por micro-plásticos seja livremente acessível para as comunidades indígenas do Noroeste do Canadá com as quais trabalha. Muitos outros também defendem que o livre compartilhamento é compatível com a venda de produtos e pode, de fato, criar novas oportunidades para empreendedores. Jorge Appiah, um engenheiro e inovador que fundou o makerspace Kumasi Hive em Ghana, acredita que o livre compartilhamento reduz os custos do empreendedorismo no contexto Africano e viabiliza “a rápida escala de soluções de impacto com a localização das inovações, suas aplicações e avanços incrementais”. Esta abordagem é adotada por mais de quinze startups que estão produzindo hardware aberto e livre para ciência.

O relatório também defende a necessidade de assegurar o controle de qualidade e o cumprimento de padrões, particularmente importante para garantir a reprodutibilidade da pesquisa científica, uma preocupação crescente nos últimos anos. Licenciamento, documentação de alta qualidade e aspectos sociais e éticos da prática científica também são abordados. “As ferramentas científicas não são peças de tecnologia esotéricas e entediantes que não possuem conexão com a nossa vida cotidiana. Quem as utiliza, como elas são utilizadas e os resultados obtidos podem afetar no desenvolvimento de novos medicamentos, respostas à desastres ambientais e para educar a próxima geração de cientistas e tecnologistas: precisamos adotar uma perspectiva mais ampla” afirma Dr. Jenny Molloy da Universidade de Cambridge.

As comunidades que usam e desenvolvem hardware aberto são mais amplas do que se acredita. O documento apresenta projetos acadêmicos tais como “White Rabbit”, uma tecnologia aberta desenvolvida no CERN que tem o trabalho difícil de assegurar precisão de sub nanosegundo nas transferências de dados do acelerador de partículas, LHC e o OpenFlexure Scope, um microscópio criado por impressão 3D que usa uma câmera de baixo custo com Raspberry PI e que recentemente recebeu o “Grand Challenges Research Fund” do Governo do Reino Unido.

Hardware científico aberto é também utilizado pela população em projetos de ciência comunitária: Rede InfoAmazonia é um projeto que trabalha com uma rede de comunidades brasileiras para construir sensores de qualidade de água e enviar alertas de contaminação via SMS, enquanto projetos como EnviroMap e UTBiome mapeiam ecologia microbiana e dados ambientais com comunidades locais em Austin, Texas. Public Lab, uma organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos, reuniu cidadãos para mapear o derramamento de óleo no golfo do México (também conhecido pelo nome em Inglês: “Deep Horizon Oil Spill”) em 2010 e continua a trabalhar ao redor do mundo com comunidades locais que sofrem com contaminação industrial usando kits de baixo custo e livre acesso que são aprimorados por voluntários.

Existem esforços para disseminar os benefícios de hardware aberto e livre globalmente. O Centro de Tecnologia Acadêmica do Instituto de Física da UFRGS, por examplo, explora o potencial de Hardware Científico Aberto em atividades de extensão assim como para educação de engenheiros e em ciências. Rafael Pezzi, coordenador do CTA e co-autor do documento, enfatiza que existe um grande potencial para ser explorado no Hardware Científico Aberto desde o ensino médio até o universitário: “pode ser visto como uma plataforma de atividades práticas e colaborativas para alunos de engenharia”. O projeto TReND África tem conduzido oficinas para pesquisadores africanos sobre como construir suas próprias impressoras 3D e seus próprios equipamentos de laboratório por uma fração de até 1% do custo das alternativas comerciais, garantindo controle sobre os instrumentos e os desenhos de pesquisa. A atividade no continente Africano aumentará substancialmente com o primeiro Africa Open Science and Hardware Summit que irá ocorrer em Ghana em 2018. Hardware para ciência aberta é uma ferramenta poderosa para reduzir o hiato entre teoria e prática no ensino médio Africano, mas devemos tomar cuidado com o neocolonialismo gerado pela tecnologia” pondera o co-organizador do evento e autor do documento Thomas Herve Mboa Nkoudou, que é o presidente da Associação para a Promoção de Ciência Aberta no Haiti e África (APSOHA – Association for the Promotion of Open Science in Haiti and Africa).

Ao lançar este chamado em busca de apoio, o grupo planeja continuar a seguir os seus planos de ampliar sua comunidade e o alcance e distribuição de hardware aberto através do Encontro Hardware Científico Aberto (GOSH) em 2018 em Shenzhen, China, declarada como “cidade criativa” de acordo com a UNESCO e que tem sido descrita como o “Silicon Valley” do hardware.

Nota para editores:

Para mais informações contate Shannon Dosemagen, Luis Felipe Murillo, Jenny Molloy e Rafael Peretti Pezzi através do email: roadmap (arroba) openhardware.science

Chamada “Do acceso aberto à ciência aberta” – ESOCITE 2018 Chile

Imagem de http://esocite2018.cl/

Colegas

Convido a submeterem resumo para o Esocite 2018 – XII Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología, a realizar-se de 18 a 20 de julho, em Santiago do Chile.

Neste evento, estarei coordenando, junto com Carla Alvial Palavicino (NUMIES – UDP, Chile), María Alejandra Tejeda (Universidad Javeriana, Colombia) e Mariano Fressoli (Fundación CENIT, Argentina), a Sessão Temática “Do acesso aberto à ciência aberta: desafios, politicas e práticas no contexto latino-americano”, cuja descrição segue em anexo.

O prazo para envio de resumos é até 10 de março, no site http://esocite2018.cl/

Abs

Sarita Albagli
Ibict
http://www.ppgci.ufrj.br/docentes/sarita-albagli/

Del acceso abierto a la ciencia abierta: desafíos, políticas y prácticas en el contexto latinoamericano

Organizadores
Sarita Albagli, IBCT – UFRJ, Brasil
Carla Alvial Palavicino, NUMIES – UDP, Chile
María Alejandra Tejeda, Universidad Javeriana y STePS – Universidad de Twente, Colombia
Mariano Fressoli, Fundación CENIT, Argentina

La ciencia abierta está cambiando rápidamente la forma de acceder y utilizar el conocimiento científico. La acceso abierto, y la producción abierta y colaborativa permite que los científicos accedan a una cantidad de información que antes no se encontraba disponible: como datos de investigación, proyectos, software científico, diseños de instrumental, evaluaciones, cuadernos de laboratorio, etc.. Sin embargo, la realización de estos beneficios desafía las prácticas convencionales de la producción científica, tales como los esquemas que promueven la comercialización del conocimiento, las formas de evaluación por productividad.

Con respecto a acceso abierto, latinoamérica ha sido pionera en los temas de producción científica con los diferentes repositorios como son RedAlyc, Scielo, Clacso. Además existen experiencias incipientes de ciencia abierta. Sin embargo, estos desarrollos están alejados de las políticas de acceso y producción científica abiertas lideradas hoy por la Unión Europea y OCDE, permitiendo que un camino desarrollado de vea permeado por los requerimientos y miradas externas a nuestros contexto.

Este panel tiene como objetivo comprender de qué manera las experiencias de ciencia abierta pueden enfrentar las tensiones que existen con las prácticas convencionales de producción y comunicación científica. Para ello se explorarán cuestiones como: ¿Cuáles son los distintos significados de apertura de la ciencia? ¿Cómo concilian sus intereses por la apertura con las necesidades de cumplir con esquemas de evaluación e incentivos vigentes? ¿En qué modelos y criterios institucionales y regulatorios de evaluación, incentivo y fomento a la apertura en ciencia podrían inspirarse nuestra región? ¿Cómo se articula el rol del acceso abierto, sus políticas y prácticas, ante las nuevas cuestiones traídas por el movimiento de ciencia abierta y las diferencias que existen entre sur y norte global?

En particular, este panel busca discutir (i) la relación entre ciencia abierta y distintas formas de financiamiento de la investigación, en particular en Latinoamérica (ii) el efecto de la internacionalización de las universidades y la carrera académica, y el inclinación que existe hacia métricas y repositorios internacionales por sobre los latinoamericanos (iii) las lógicas detrás de políticas de ciencia abierta, con respecto a los objetivos de educación, comunicación de la ciencia y política pública que se buscan resolver a través de su implementación, en contraste con las brechas existentes en Latinoamérica en cada una de estas áreas (iv) incorporación de políticas de acceso abierto modelos de medición de impacto de la CTI, en particular en relación a valoración e impacto social de la investigación y (v) las nuevas agendas y desafíos (técnico, institucionales, culturales) del acceso abierto, ante las cuestiones de la ciencia abierta (datos abiertos, preprints, formatos abiertos, licencias abiertas, infraestructuras abiertas, entre otros).

SciELO anuncia adoção de preprint em 2018

Da Agência Fapesp:

O Scientific Electronic Library Online (SciELO) – programa financiado pela FAPESP – adotará duas novas ações com o intuito de se alinhar ao movimento global de ciência aberta.

O primeiro é atingir a meta de 75% dos periódicos científicos que integram a plataforma serem editados em inglês, o que deve ocorrer em março de 2018. A segunda é adotar o chamado preprint, isto é, a publicação do manuscrito em um repositório que poderá receber comentários de outros pesquisadores, antes de o artigo ser submetido a periódicos científicos.

Continue lendo…

Celebrar essa história de “publicar em inglês” como “alinhar ao movimento global de ciência aberta” é cheio de contradições, mas… a adoção de um sistema de preprints é excelente notícia! E a matéria continua com reflexões interessantes, a ler.

Como dizem, é o que tem pra janta 😉

Abraços,
l
e

O UEADSL é um jogo aberto

Hoje, encerramento oficial do Congresso Nacional Universidade EAD e Software Livre, duas conferências de encerramento estão em destaque:

A conferência “Uma plataforma de ciência aberta para o Brasil”, da Viviane Toraci, apresenta “os resultados alcançados na tese de doutoramento da autora. Mais do que compartilhar conclusões de um estudo acadêmico, conclama uma posição política do Estado brasileiro em prol do desenvolvimento da Ciência Aberta como princípio para a produção científica nacional sob financiamento público. Palavras-chave: ciência aberta; política de comunicação, comunicação científica, acesso livre”. Viviane é doutora em Comunicação pela UFPE e é servidora da Fundação Joaquim Nabuco, onde está desenvolvendo a pesquisa “Divulgação científica na internet e o ensino de Ciências Humanas na educação básica”.  Acesse o artigo e o podcast aqui.

Ana Matte (eu) e Thalita Almeida, ambas da UFMG, do grupo Texto Livre, apresentam um estudo que mostra as confluências de atores, estratégicas, recursos e metas que fazem do UEADSL um jogo: “Pensar o UEADSL como um jogo é a base de sua eficácia: somente quando o jogador assume o papel do personagem, que lhe é designado, a mágica acontece: a destreza necessária é aprendida e a perspicácia para ir além do óbvio é, aos poucos, adquirida, processo que se pode chamar de empoderamento do jogador.” Acesse o artigo e o podcast de “UEADSL é um jogo: conheça nossa jogada” aqui.

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Ainda hoje serão concedidas as Menções Honrosas e voltaremos com essa e mais notícias. Participe!

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