Conferência SciELO 20 Anos

Ni!

A Conferência SciELO 20 Anos abordará e debaterá – em três dias de programação – as principais questões políticas, metodológicas e tecnológicas assim como as tendências que definem o estado da arte da comunicação científica. Essas questões moldarão o futuro universal da publicação científica aberta e as relações com os periódicos em Acesso
Aberto de hoje, em especial os da Rede SciELO. Um dos tópicos de interesse será o alinhamento dos periódicos e a operação do SciELO com as práticas da ciência aberta, como a publicação dos dados das pesquisas, o aceleramento dos processos editoriais e de comunicação por meio da publicação contínua dos artigos e adoção de *preprints*, maximização da transparência nos processos de avaliação e fluxos de comunicação, e a busca por sistemas mais abrangentes para a avaliação de artigos e periódicos.

Informações:
26 a 28 de setembro de 2018.
Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel, Alameda Santos, 1437, Cerqueira César, São Paulo-SP
Contato: scielo20@scielo.org
http://www.scielo20.org

Um dos facilitadores do grupo e pesquisador no laboratório LISIS-IFRIS em Paris, desenvolveu pesquisas na FMUSP, Fiocruz, Columbia University e IFUSP. Também é um cavaleiro que diz... Ni!

3 comentários sobre “Conferência SciELO 20 Anos
  1. Tatiane Pacanaro Trinca disse:

    Olá Ale, não sei se aqui é o melhor lugar para eu postar esta pergunta, mas vamos lá. Vi que foi publicada a Declaração conjunta LATINDEX-REDALYC-CLACSO-IBICT recomendando uso da licença não-comercial para a produção acadêmica e científica, após um ano de o SciELO ter adotado a licença mais livre (CC-BY). Parece-me aqui um confronto direto. O Grupo de Trabalho sobre Ciência Aberta pretende se posicionar a este respeito? Obrigada! Abs, Tatiane

  2. Ni! Oi Tatiane, diria que o melhor lugar para levantar essa questão é na lista de e-mails do grupo, você está inscrita? Se não, veja o link na barra lateral do blog.

    Sobre a questão, não sei dizer se é um confronto pois não conheço o que se passou, mas é uma pequena tragédia que essas instituições tenham uma visão distorcida e desconectada das dinâmicas e necessidades da comunidade científica e da prática internacional, a ponto de andar na contra-mão justamente quando o SciELO deu uma bela demonstração de clareza e coragem.

    Na minha opinião, com isso essas instituições só fazem preservar o controle do sistema de publicação nas mãos das grandes editoras, fragmentar a produção acadêmica brasileira, e desconectá-la do resto do mundo.

    Sobre o grupo, ao meu ver ele é um espaço para trocas, para evoluir discussões, para trabalho em conjunto, e para que em seguida os participantes aportem essas discussões e se posicionem através das suas instituições. Ao meu ver.

    Abraço!

  3. Tatiane Pacanaro disse:

    Obrigada pela resposta Alê! Estou no grupo sim, vou colocar esta questão lá…concordo contigo, a decisão de adotar uma licença mais restritiva indica um desconhecimento por parte destas instâncias. O uso do não-comercial parece estar se tornando consenso, sem que as pessoas tenham entendido quais são as implicações disso. O Ibict está a frente desse processo e penso que seja necessário uma carta do grupo sobre Ciência Aberta. Abs,

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