Ciência Aberta 2015
Ni! Caros colegas,

Encontram-se abertas as chamadas para trabalhos acadêmicos, relatos de experiência e
laboratórios de capacitação (workshops) do terceiro encontro anual Ciência Aberta,
realizado em parceria com a OpenCon 2015.

O evento este ano acontece em São Paulo, entre a ECA-USP e o GHC, nos dias 25 a 28
de Novembro. Serão dois dias de capacitação e dois dias de seminário internacional.

Mais informações e os procedimentos para enviar propostas estão em:

https://www.cienciaaberta.net/encontro2015/

Dúvidas podem ser encaminhadas para o email: ca2015-equipe@googlegroups.com

Um abraço, participem e ajudem a divulgar!

Dr. Alexandre Hannud Abdo
http://cecm.usp.br/~eris/
Dr. Marcos Mucheroni
http://www3.eca.usp.br/cbd/marcos.mucheroni

Imagem: Cristiano Sant'Anna/Divulgação - Fonte: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2015/07/ciencia-aberta-movimento-defende-o-conhecimento-cientifico-horizontal-e-cidadao

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) publicou recentemente uma matéria entrevistando participantes do grupo de Ciência Aberta que organizaram atividades no 16º Fórum Mundial Software Livre (Fisl).

Ela inclui depoimentos do Prof. Rafael Pezzi (UFRGS) e entrevista com o Prof. Paulo Meirelles (UnB) sobre a importância da Ciência Aberta na pesquisa e sociedade atuais.

Leia na íntegra e assista aos vídeos em Ciência aberta: movimento defende o conhecimento científico horizontal e cidadão.

Finalmente os vídeos do encontro realizado no Rio de Janeiro em Agosto de 2014 foram disponibilizados (verifique aqui).

Mais uma vez agradecemos o esforço de todos que contribuíram para a realização desse maravilhoso evento.

Se você tiver alguns minutos disponíveis, gostaríamos de pedir que compartilha-se os vídeos com seus amigos e colegas. Se você tiver algumas horas disponíveis verifique a lista abaixo:

  • Criar uma lista de links apontando para o ponto do vídeo onde começa a palestra de cada um dos participantes. Por exemplo, http://youtu.be/KouRJA_iH9Y?t=29m13s é o link para o ponto em que a palestra do Leslie Chan começa.Essa lista é bem útil pois facilitará a vida de quem quiser assistir apenas uma das palestras.

    Se você fizer essa lista você pode enviar na nossa lista de email que alguém adiciona no site (se você quiser já adicionar direto no site é só pedir uma conta).

  • Legendar os vídeos.Várias das palestras foram proferidas em inglês o que é um empecilho para o material ser consumido por várias pessoas. Disponibilizar legendas implicaria em aumentar o alcance dos vídeos.

    Se você nunca legendou um vídeo mas deseja tentar você pode utilizar o Amara.

  • Remixar os vídeos.Seria ótimo termos um vídeo com os melhores momentos do seminário e se você desejar fazê-lo você pode!

Neste mês de novembro o Jornal da Unesp traz uma entrevista comigo, feita pelo Oscar D’Ambrosio. Como por motivos de espaço ele precisou omitir partes da resposta, publico aqui a íntegra da entrevista, espero que achem interessante.

(As diferenças para o texto do jornal estão na terceira pergunta, que foi omitida, e na quarta pergunta, cuja resposta foi abreviada.)

Bloedel Reserve Willow Tree

1) O que se entende por ciência aberta hoje? Como surgiu o conceito e qual são seus principais passos?

O entendimento mais completo é a ideia de que a informação científica, dos dados ao design de instrumentos aos métodos às conclusões, deve ser compartilhada tão cedo quanto possível no processo de pesquisa. Ou seja, tornar a pesquisa um processo transparente e colaborativo, onde a competição ocorre baseada simplesmente em contrbuições à inovação e progresso da ciência, e não na restrição de acesso e no tratamento de ideias como propriedade.

Isso é possível, e vantajoso para a ciência, pois alinha a prática de pesquisa aos mecanismos fundamentais de difusão, replicação, incrementação e crítica que garantem o avanço e validade das ideias científicas e as justificam como investimento da sociedade. Também quanto mais transparente e colaborativa a ciência, mais a comunidade é capaz de rastrear a origem das contribuições e atribuir crédito onde é devido, estimulando a competição sem recorrer a segredo, intermediários e sem obstruí-la através de restrições pouco compatíveis com o uso público da razão que a ciência representa.

2) Na sua concepção estamos caminhando para uma sociedade em que predominem a ciência cidadã e a educação aberta?

Estamos lutandor por isso. Ano passado um grupo de pesquisadores de diversas áreas iniciou um grupo de trabalho para lidar com esse tema e tem havido interesse e participação por pesquisadores de diferentes gerações. Também do lado da sociedade tem surgido um movimento, desde pontos de cultura até espaços mais autônomos como hackerspaces. Também na educação, onde vivemos um momento de decadência do sistema educacional nas sociedades liberais que insistem num modelo hierárquico, há exemplos de grande sucesso de iniciativas de educação aberta, com uso de recursos educacionais abertos, currículos flexíveis, ensino ativo e metodologias participativas, além de na educação básica um interesse por escolas democráticas ou que incorporam elementos dessas,

3) Quais são as principais ferramentas científicas e hardwares desse universo?

Hoje a pesquisa de ponta em instrumentação científica aberta parte do CERN, o grande laboratório de física, que tem publicado os desenhos de instrumentos com uma licença livre, que permite reutilização irrestrita, chamada CERN Open Hardware License. Também montaram um repositório para qualquer um compartilhar e colaborar em instrumentos, desde que usem a mesma licença que garante a liberdade desse conhecimento. No Brasil, institutos como o LNLS tem usado e contribuído desenhos para esse reposiório. Outros exemplos são o IFRN, que foi premiado com um desenho de estação meteorológica em hardware aberto. E talvez o centro institucionalmente mais avançado nessa discussão seja o CTA-UFRGS, Centro de Tecnologia Acadêmica, onde o professor Rafael Pezzi e sua equipe vem buscando desenvolver uma linha de produção para novos instrumentos toda baseada em hardwares e softwares abertos.

4) A sua visão é otimista ou pessimista em relação ao futuro dessas iniciativas?

Otimista, como deve estar transparente pelas respostas anteriores!

Mas restam muitos desafios a enfrentarmos, culturais, institucionais, legais, de massa crítica e de políticas e visão da ciência no Brasil.

Uma área em que somos particularmente retrógrados é no nosso entendimento da relação entre política científica e industrial, em particular na nossa visão colonizada do sistema de patentes. Ainda assumimos a falácia de que defesa e produção de patentes significa vantagem competitiva para nossas indústrias e vantagem econômica para as universidades. Acontece que, mesmo nos países industrializados e em muito melhores condições de explorar esse sistema, ele pode ter o efeito oposto. E torna-se ainda mais prejudicial e incoerente num sistema acadêmico público como o do Brasil.

É claro que sugerir uma associação inversa entre patentes e inovação pode parecer estranho para quem observa as políticas em implementação no Brasil, mas tal oposição não é novidade para estudiosos do assunto, encontrando-se desenvolvida em trabalhos do prêmio nobel de economia Joseph Stiglitz, do professor, emérito de Stanford e Oxford, Paul David, e de outros economistas como Michele Boldrin e David Levine. Ela encontra-se refletida na histórica econômica, de países como os EUA e a China, e em ações atuais de empresas como a norte-americana Tesla, que recentemente abriu mão de suas patentes para estimular a inovação e o livre mercado, e os membros da Open Invention Network, dentre eles Red Hat e Google, todos detentores de patentes que denunciam abertamente o prejuízo que esse sistema tem causado à inovação, abrindo mão desse monopólio, em diversas aplicações.

Assim, as diretrizes e a formulação ideológica da propriedade intlectual nas universidades brasileiras precisa urgentemente ser atualizada, porém o que tem ocorrido ainda é o movimento oposto, e parecemos incapazes de aprender com as lições vividas pelos colegas no exterior.

Um fenômeno parecido pode ser notado na educação, onde ao invés de buscar superar o paradigma da educação industrial, até para contornar sua inexorável decadência já reconhecivel em países como os EUA, insistimos num modelo de sobrecarga curricular e incentivos baseados em exames padronizados, que já se demonstraram ineficazes lá, onde foram concebidos. Assim, antagonizamos as oportunidades cognitivas e tecnológicas em que os jovens hoje se desenvolvem, ao invés de aproveitá-las. E não faltam bons exemplos no próprio país, mas para ter escala poderíamos observar outros países de cultura liberal onde a educação tem tido contínuo progresso, como no norte europeu, onde redução radical da carga curricular e valorização da autonomia do aluno e adaptabilidade dos materiais tem, irônicamente, garantindo até sua posição superior nos exames comparativos internacionais.

Quem tiver interesse nesses assuntos pode conhecer mais e ingressar na lista de emails do grupo de trabalho, pelo endereço https://www.cienciaaberta.net/

Acontece entre os dias 18 e 22 de agosto o seminário internacional “Ciência Aberta, Questões Abertas” e o encontro do Grupo de Trabalho em Ciência Aberta. O seminário, com início no dia 20, reúne pesquisadores e pesquisadoras de diversas universidades, centros de pesquisa e hackerspaces nacionais e internacionais engajados na promoção de práticas abertas na ciência.

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Entre os temas que serão discutidos estão ciência cidadã e educação aberta, ferramentas científicas e hardware aberto, inovações em publicações científicas e alternativas de avaliação, dados científicos abertos, wikipesquisas e cadernos científicos abertos. A programação completa do evento, assim como informações sobre local, horários e incrição, podem ser encontradas no site www.cienciaaberta.net/encontro2014.

Os dias 18 e 19 estão reservados para uma série de oficinas que envolvem temas como content mining, métricas alternativas, projetos wikimedia, entre outros (confira a programação completa aqui). O encontro é promovido pela Open Knowledge Brasil, Liinc, Ibict, Unirio e pelo Grupo de Trabalho em Ciência Aberta.

Movimento pela ciência aberta

O movimento pela ciência aberta defende a adoção de práticas de pesquisa científica que priorizem a disponibilização de suas produções de forma aberta nas redes para os diversos públicos – de especialistas a leigos. Essa abertura pode envolver desde a publicação, com formatos e licenças abertos, de dados brutos e anotações de pesquisa, até a disponibilização de softwares, designs de instrumentos e a já mais difundida publicação de artigos científicos nas revistas de acesso aberto.

Alguns dos argumentos a favor dessas práticas são a garantia de reproducibilidade e facilitação do aperfeiçoamento, a possibilidade de
uma revisão por pares mais ampla e profunda e propiciar a colaboração online para além das fronteiras geográficas ou institucionais, até mesmo com engajamento protagonista da sociedade com a produção científica, como nas práticas de ciência cidadã.

Grupo de trabalho

Criado em 2013, o Grupo de Trabalho em Ciência Aberta é parte de uma rede global de ciência aberta apoiada pela Open Knowledge. No Brasil, ele é formado por pesquisadores e pesquisadoras em dezenas de universidades brasileiras que buscam promover e estudar práticas abertas na ciência. Atualmente, o grupo mantém um blog com textos de reflexão e notícias sobre o tema, além de uma lista de emails aberta onde as pessoas interessadas podem se inscrever para acompanhar as discussões e se envolver com as atividades do grupo.

Texto: Jamila Venturini no blog da Open Knowledge Brasil

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Billings 2008051703” por Hamilton Breternitz Furtado – Obra do próprio. Licenciado sob CC BY 3.0 via Wikimedia Commons.

Água – Disponibilidade e Qualidade, são temas que despertam o interesse de muitos, em maior ou menor grau.

Alguns lidam com esses assuntos de forma profissional pois trabalham em organizações públicas ou privadas que atuam, direta ou indiretamente, com Recursos Hídricos. Muitos vêem na Água apenas um bom negócio com grandes oportunidades de lucro. Daí vem a expressão “Vender como água”.

Outros tantos lidam com essas questões vendo nelas oportunidades para se sentirem úteis e atuam voluntariamente na busca de alternativas para os desafios do tema Água. E alguns milhões de seres humanos se preocupam com a Água porque estão vivenciando dificuldades concretas no seu dia a dia decorrentes da escassez ou da qualidade inadequada desse recurso.

Seja qual for a motivação, ou as motivações, para se envolver com esse assunto, acredito que um componente fundamental é o “Acesso à Informação”. Mas que tipo de informação é importante quando se trata de um tema tão universal?

Quais saberes são necessários para termos uma visão razoavelmente abrangente sobre o tema, e podermos contribuir, dentro do nossos campos de atuação, para o aumento da Sustentabilidade na gestão dos Recursos Hídricos? Tenho me feito essa pergunta e por isso procurei organizar algumas informações para me localizar em um tema tão Multidisciplinar. Escolhi tentar seguir o “Caminho das Águas” dentro da sociedade humana e montar um “Ciclo Genérico de Uso/Reuso da Água” que pudesse contemplar o seu uso urbano, industrial ou rural.

ciclo_uso_agua

Vamos comentar nos próximos posts as etapas desse ciclo, alguns desafios e oportunidades, e a importância da “Informação Aberta” para termos um “Olhar Aberto” sobre a Água. Até o próximo post…

Ni!

Hoje eu apresentei a palestra com o título deste post no Fórum Internacional de Software Livre =)

A proposta foi relacionar os dois movimentos mostrando como o Software Livre faz parte do progresso histórico da ciência, mas também como este inspirou-se no rápido desenvolvimento daquele para ganhar impulso no final do século XX em direção à Ciência Aberta.

Apresentação: Ciência e Software Livre, ou Lá e de Volta Outra Vez

Vídeo:

Rio guanabara

Ni!

Encontra-se aberta a chamada de propostas para oficinas durante a parte anterior do encontro “Ciência Aberta, Questões Abertas”, nos dias 18, 19 e 20 de agosto de 2014 no Rio de Janeiro.

Buscamos atividades que habilitem aprendizes e pesquisadores a realizarem suas pesquisas de formas abertas, dentro de qualquer tendência, assim como que provoquem colaborações e construam recursos para avançar a ciência aberta no Brasil.

Tendências incluem a abertura das publicações, dados, ferramentas (software, hardware, wetware), da própria pesquisa (cadernos abertos, wikipesquisas), da educação, ciência cidadã (participativa, amadora, crowdsourcing), avaliação (altmetrics), dentre outras.

Propostas de oficinas podem ser enviadas por email para encontro2014@cienciaaberta.net, para a lista de discussão do grupo de trabalho, ou incluídas na página da Wikiversidade.

Na parte posterior, dias 20, 21 e 22, ocorrerá um seminário internacional, com praticantes exemplares e pensadores das diversas tendências ao redor do globo – e do Brasil – para melhor compreendermos esse fenômeno da Ciência Aberta, seus desafios, suas formas e dinâmicas, e juntos investigarmos os próximos passos a percorrer.

Quaisquer dúvidas sobre o encontro podem ser encaminhadas para o email: encontro2014@cienciaaberta.net

Um grande abraço, e ajudem na divulgação!

Chamada de Artigos da Liinc em Revista: “Desafios contemporâneos à produção colaborativa em ciência, tecnologia e inovação”

A Liinc em Revista estará aberta, de 30 de janeiro a 8 de julho de 2014, para submissão de artigos para publicação no número 2, volume 10, de novembro de 2014. Este número conterá dossiê, organizado pelas profas. Maria Lucia Maciel (UFRJ) e Sarita Albagli (IBICT) sobre o tema “Desafios contemporâneos à produção colaborativa em ciência, tecnologia e inovação”.

O dossiê visa promover a reflexão sobre as transformações nas formas e práticas de produção colaborativa em ciência, tecnologia e inovação (CT&I), considerando, de um lado, as novas formas e possibilidades de circulação ampliada da informação e do conhecimento em CT&I e, de outro, as barreiras que se colocam a essas dinâmicas. Incluem-se aí, dentre outros, temas como:

  • Novos formatos e dinâmicas de produção coletiva em ciência, tecnologia e inovação (ciência aberta, inovação aberta, dados abertos, produção P2P, produção wiki, crowdsourcing, e-Science…);
  • Colaboração em CT&I e propriedade intelectual;
  • Desafios e oportunidades à cooperação internacional em CT&I nesse cenário;
  • Oportunidades e barreiras à mobilidade internacional em CT&I.

Além do dossiê, a revista está aberta à submissão de artigos sobre outros temas em seu escopo de reflexão, conforme suas normas.

(Normas da Liinc em Revista)

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Caríssimos,

Este grupo de trabalho em Ciência Aberta faz parte de uma rede global de grupos semelhantes, apoiada por sua vez por uma rede de organizações que promovem o conhecimento livre, a OKFn.

No dia 20 de janeiro, houve uma reunião entre participantes ao redor do globo para compartilhar ações e planejar uma agenda comum para 2014.

Abaixo, traduzo o email da Jenny Molloy na lista open-science global, coordenadora da rede global de Ciência Aberta. =D

Queridos todos,

Obrigado àqueles que participaram do encontro na tarde de ontem [1], nós discutimos no que o grupo de trabalho deve focar em 2014 e também sobre ter um time de coordenação para garantir que tudo corra suavemente – um agradecimento especial a todos que se voluntariaram para ajudar com isso e a todos aqueles coordenando projetos e grupos locais. Nós adoraríamos seu retorno e sugestões sobre as ideias abaixo ou novos projetos que você gostaria de propôr.

Open Science Working Group 2014 Projetos (seguidos de atividades/tarefas específicas e coordenadores iniciais)

  1. Mineiração-de-conteúdo “Content-mining” (Puneet Kishor, Peter Murray-Rust, Ross Mounce)
    • Estudos de caso/conscientização
    • Oficinas (inc. possivelmente uma na OKFest)
    • Interessado em juntar-se? Há uma nova lista de email [2]
    • Atentem para uma chamada à parte sobre este projeto
  2. Grupos locais (Graham Steele)
    • Expandir o número de embaixadores e grupos locais em Ciência Aberta
    • Kit para começar um grupo local (comofaz, lista de email, wiki, website, visibilidade pelo grupo global).
    • Mapa e diretório no site do grupo de trabalho para ajudar pessoas a localizar atividades locais em ciência aberta
  3. Censo da Ciência Aberta (Grupos locais)
    • Mapear o cenário local em ciência aberta – iniciativas, leis relevantes e políticas, financiamentos, atitudes etc.
    • Um exemplo Brasileiro https://pt.wikiversity.org/wiki/Pesquisa:Ci%C3%AAncia_aberta_no_Brasil
    • Liderado por indivíduos ou grupos locais – entre em contato se estiver interessado em escrever e encontrar colaboradores para trabalhar num relatório para seu país!
  4. Ciência Aberta para o Desenvolvimento (Jenny Molloy)
    • Este ano (2013) estivemos envolvidos em formatar um projeto sobre ciência aberta no sul global e continuaremos envolvidos em formar comunidades e colaboração com os parceiros que ganhamos disso.
  5. Criar Manuais de Ciência Aberta (Alguém interessado em coordenar isso?)
  6. Treinamento em Ciência Aberta (Alguém interessado em coordenar isso?)
    • A Panton Fellow Sophie Kay desenvolveu uma iniciativa fantástica de treinamento http://www.opensciencetraining.com/
    • Nós gostaríamos de começar um diálogo e compilar novos materiais abertos para ensinar aspectos de ciência aberta ou usar ciência aberta no ensino

Coordenação do Grupo de Trabalho Global
Lista de email: Ross Mounce
Editores do Blog: Kathleen Luschek, Rayna St and Scott Edmunds
Website e Mídias Sociais: Brian Glanz and Graham Steele
Grupos Locais: Graham Steele
Encontros do GT e Conselho Consultivo: Stefan Kasberger, Keren Limor, Suchith Anand, Sridhar Gutam
Coordenação Geral: Jenny Molloy

Se mais alguém gostaria de envolver-se, vocês ainda são bem vindos a assinar na lista de voluntários [3] – quanto mais, mais alegres.

Muito obrigado e atentem para comunicados do novo time muito em breve, nós também estamos esperando ver uma reformulação de alguns aspectos do website para tornar muito mais fácil adicionar-se como membro de um grupo de trabalho e encontrar outros interessados em ciência aberta na sua área ou especialidade!

Jenny